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NOTÍCIAS

06/01/2019
OMS publica cinco mudanças alimentares para 2019

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Crédito da imagem: Shutterstock

Uma alimentação saudável e equilibrada pode ser considerada a base para uma vida com saúde. A Organização Mundial da Saúde divulgou cinco dicas alimentares comuns a todas as culturas e que podem ser adotadas em qualquer parte do mundo. Vamos lá?

1. Consuma alimentos variados

O corpo humano é complexo e, com exceção do leite materno para bebês, nenhum alimento contém todos os nutrientes necessários para que o organismo trabalhe da melhor forma. A dieta deve, portanto, conter uma grande variedade de alimentos frescos e nutritivos.

A orientação da OMS é consumir alimentos básicos como trigo, milho, arroz e batatas misturados com leguminosas, como lentilhas e feijões, além de muitas frutas, vegetais frescos e alimentos de origem animal (para pessoas não vegetarianas ou veganas).

- Escolha alimentos integrais sempre que puder. Eles são ricos em fibras e podem ajudar a prolongar a sensação de saciedade.

- Caso consuma carne, escolha peças com menos gordura visível.

- Tente cozinhar ou ferver os alimentos; evite sempre as versões fritas.

- Para lanches, opte por vegetais crus, oleaginosas sem sal e frutas frescas.

2. Reduza a quantidade de sal

O sal é consumido em excesso em quase todo o mundo. A ingestão média é o dobro do limite recomendado pela OMS, de no máximo 5 gramas diárias. Além disso, está presente em alimentos processados e bebidas. O alto conumo pode elevar a pressão arterial, um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares.

- Ao cozinhar e preparar alimentos, coloque sal com moderação e reduza o uso de molhos e condimentos salgados, como molho de soja, caldo de carne ou molho de peixe.

- Evite lanches ricos em sal e tente escolher alimentos saudáveis e frescos.

- Opte pelas variedades sem adição de sal e açúcares ao comprar vegetais e frutas secas.

- Retire condimentos salgados da mesa ao fazer as refeições. O paladar pode se ajustar rapidamente a novos sabores.

- Verifique os rótulos dos alimentos e procure produtos com menor teor de sódio.

3. Reduza o uso de determinadas gorduras e óleos

Embora necessárias para a saúde, o excesso e os tipos errados de gordura aumentam os riscos de obesidade e de doenças cardiovasculares. As gorduras trans produzidas industrialmente são as mais perigosas. 

- Opte por azeites vegetais e dê preferência aos extravirgens.

- Caso consuma alimentos de origem animal, escolha carnes brancas, como frango e peixe, que geralmente são mais baixos em gorduras, e limite o consumo de carnes processadas.

- Verifique os rótulos e sempre evite alimentos processados, rápidos e fritos que contenham gordura trans produzida industrialmente.

4. Limite a ingestão de açúcar

Em excesso, aumenta o risco de ganho de peso e obesidade, que podem levar a sérios problemas crônicos de saúde. É importante também ficar atento aos açúcares ocultos em alimentos e bebidas industrializadas – uma única lata de refrigerante, por exemplo, pode conter até 10 colheres de chá de açúcar. 

- Limite a ingestão de doces e bebidas açucaradas.

- Escolha lanches frescos e saudáveis.

Evite dar alimentos açucarados para crianças. Sal e açúcares não devem ser adicionados aos alimentos complementares oferecidos a menores de dois anos de idade e devem ser limitados após essa idade.

5. Evite o uso nocivo de álcool

O álcool não faz parte de uma dieta saudável. Em geral, beber demais ou com muita frequência aumenta o risco imediato de lesões, mas também causa efeitos em longo prazo, como danos no fígado, câncer, doenças cardiovasculares e transtornos mentais.

Não beba álcool se: estiver grávida ou amamentando; dirigir, operar máquinas ou realizar outras atividades que envolvam riscos relacionados; tiver problemas de saúde que podem ser agravados pelo álcool; usar medicamentos que interajam diretamente com o álcool ou tiver dificuldades em controlar seu consumo.

Segundo a OMS, não há nível seguro de consumo de álcool. Para muitas pessoas, mesmo níveis baixos podem estar associados a riscos significativos à saúde.

Com informações de Globoesporte.com.